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Podcast Desvendando a Mentalização

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

QUANTO VALE A SUA INTUIÇÃO?


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VENCENDO COM O INSTINTO
Ouvir e agir de acordo com a intuição já deu ótimos resultados
para pessoas das mais diversas áreas





Novos estudos comprovam que o processo intuitivo é muito mais racional do que se imaginava. E que o instinto é uma ótima ferramenta para tomar decisões na vida profissional e pessoal. Saiba como

João Loes

 
É só prestar atenção nas grandes livrarias. Há alguns anos, o tema intuição deixou de frequentar apenas as estantes esotéricas e místicas e migrou para os títulos de psicologia, psiquiatria e neurociência. Dezenas de estudos científicos inundaram os escaninhos das mais prestigiosas universidades do mundo para comprovar que o instinto humano não só existe, como pode ser ensinado e aprimorado. “Há vencedores do prêmio Nobel estudando a intuição”, diz Eugene Sadler-Smith, professor de comportamento organizacional na Escola de Administração da Universidade de Surrey, na Inglaterra. Agora, ela também foi adotada no ambiente de trabalho. Empresas já tratam a intuição como característica desejável em entrevistas de emprego, Exércitos a utilizam para treinar soldados e companhias determinam estratégias de negócio com base nela, um processo mais racional do que se imaginava.

 
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SINAIS
É raro, mas a intuição pode vir na forma de sonho. Cibele Felix sonhou
com o fim do relacionamento de 15 anos e a traição do companheiro
 
Profissionais das áreas de psicologia e neurociência definem intuição como uma habilidade do cérebro de processar informações inconscientemente, para depois apresentar, de forma sucinta, uma nova percepção da realidade. “O processo intuitivo se caracteriza pelo ato de pensar sem fazer esforço”, diz Tilmann Betsch, pesquisador do departamento de psicologia da Universidade de Erfurt, na Alemanha. Mas essa espécie de insight instintivo caminha lado a lado com a experiência, garantem os especialistas. É muito mais fácil, por exemplo, ter uma intuição depois de anos de profissão. A segurança do conhecimento faz brotar com mais facilidade a capacidade intuitiva, dizem.

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APOSTA
Romero Rodrigues começou seu negócio na internet aos 21 anos com R$ 100.
Multimilionário aos 35, diz que suas decisões sempre tiveram um componente intuitivo
 
Presidente-fundador do site de comparação de preços Buscapé, o multimilionário Romero Rodrigues, 35 anos, afirma que sempre prestou muita atenção à sua intuição. Desde quando, aos 21 anos, fundou com três amigos a página da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), investindo R$ 100. Foi com a ajuda dessa percepção aguçada que ele buscou investidores nos primeiros dez anos do site, comprou concorrentes como o Bondfaro, do Rio de Janeiro, e vendeu o Buscapé, em 2009, para o grupo sul-africano Nespers, por R$ 600 milhões. “As vezes em que não dei atenção à minha sensibilidade, me dei mal”, diz o empresário.

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EXPERIÊNCIA
Pesquisa da Universidade de Oxford mostrou que médicos que respeitam a própria
intuição são mais eficientes - caso da pediatra Cristiane Rios, que chega a dispensar exames
 
 
“Aos poucos a intuição está recebendo o valor que merece no ambiente de trabalho”, diz Eugênio Mussak, diretor de pesquisa da sessão nacional da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH). Para Mussak, essa é uma qualidade que as pessoas ainda não colocam no currículo, mas já perceberam que tem potencial para fazer a diferença no dia a dia. Um estudo feito em 2011 pela Sloane School of Business, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), por exemplo, mostrou que 80% das decisões de posicionamento de marca e análise de mercado em grandes empresas americanas foram feitas com base na intuição de seus presidentes. A tendência foi confirmada em outro trabalho, de 2012, conduzido pela Universidade de Iowa, também dos Estados Unidos. Nele, ficou comprovado que em bancos de investimento corretores recorrem à intuição para decidir se devem ou não investir em uma companhia sobre a qual não há muita informação disponível. Até o Exército americano está debruçado sobre o tema. O Escritório de Pesquisa Naval dos Estados Unidos criou um programa para estimular a intuição de seus soldados. Nele, foram criadas estratégias para fazer aflorar o instinto, por meio, inclusive, de simulações de batalhas virtuais. “Ela não só é importante, como em algumas situações acaba sendo o único recurso disponível na hora de tomar uma decisão”, diz David G. Myers, professor de psicologia da Hope College, nos Estados Unidos. “Ignorá-la é abrir mão de um poderoso recurso.”

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ATENÇÃO
Gerente operacional de uma rede de franquias, Fabiana Cordeiro
usa seu poder intuitivo para selecionar candidatos franqueados
 
Carlos Fernando Siqueira Castro, sócio e fundador da Siqueira Castro Advogados, diz que sempre deu ouvidos à sua intuição, principalmente no ambiente de trabalho. Admirador de figuras como Ayrton Senna e Steve Jobs, notórios por sempre fazerem uso de seu instinto (leia quadro na página 73), ele fala como um verdadeiro entendido no assunto. “A intuição tem duas etapas”, afirma. “A primeira é o instinto em si, que muitas vezes se manifesta apontando caminhos diametralmente opostos aos que a razão e a análise sugerem.” A segunda é a coragem de agir de acordo com esse sentimento. “Essa é a parte mais difícil.” E o advogado conhece bem essa dificuldade. Foram muitos os momentos de ruptura na Siqueira Castro capitaneados por ele e questionados por muitos de sua equipe. Um deles foi a decisão de investir na federalização da rede, iniciativa pouco usual entre os escritórios de advocacia do País, dados os riscos e o volume de investimentos requeridos para marcar presença em todos os Estados. Ou, ainda, a expansão para mercados estrangeiros pouco tradicionais, como Europa e África, além da mudança da sede, originalmente no Rio de Janeiro, para São Paulo. “Entendo que são decisões que tomo com segurança por causa da minha experiência”, diz Siqueira Castro. “Mas essa segurança chega a mim quase sempre pela intuição.”

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SATISFAÇÃO
Elaine Ishibashi seguiu a intuição e trocou uma bem-sucedida
carreira no mercado corporativo pelo empreendedorismo
 
É possível desenvolver a habilidade de agir por instinto. E a demanda por gente capaz de fazer aflorar essa capacidade, principalmente no ambiente de trabalho, vem aumentando. “Vimos o interesse pela intuição explodir nos nossos grupos”, diz Daniel Delarossa, sócio-fundador do Zymi Group Brasil, dedicado à formação de empreendedores, líderes e gestores empresariais por meio de coaching. Nas atividades que aplicava, Delarossa tinha pequenos capítulos dedicados à intuição no âmbito profissional e via brilhar os olhos dos empresários quando o assunto surgia. “Resolvemos, então, criar um módulo inteiro só de intuição no ambiente de trabalho”, diz Delarossa (leia quadro abaixo com orientações dele e de outros especialistas para você desenvolver sua intuição). O primeiro grupo se reúne este mês em São Paulo. Em sessão única com oito horas de duração, ele já conta com mais de 40 inscritos e, com o tempo, deve ser oferecido em outras capitais brasileiras como Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Recife. “Também queremos levar o curso de intuição empresarial para dentro das empresas”, afirma Delarossa.

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OPORTUNIDADE
O advogado Carlos Fernando Siqueira Castro costuma associar instinto
a coragem. Assim, tomou decisões ousadas como empresário
 
Na “Toca do Biscoito”, uma franqueadora carioca de lojas de doces, nunca foi ministrado um curso de desenvolvimento de intuição, mas Fabiana Cordeiro, gerente de expansão da marca, sempre se valeu dela. Quando recebe candidatos a novos franqueados, Fabiana precisa fazer uma avaliação rápida do perfil da pessoa que pretende abrir uma loja. E depois de mais de 500 avaliações, ela admite ter alguma sensibilidade. Certa vez, uma mulher bem arrumada e articulada apareceu na empresa querendo abrir uma filial. Rigorosa, a candidata anotava tudo, parecia entender do negócio e se mostrava excepcionalmente eficiente. “Tudo sugeria que ela seria uma boa franqueada, mas alguma coisa não me parecia certa”, afirma a gerente. O processo continuou sem sobressaltos até que um dia a tal candidata enviou um e-mail a seu advogado e, por engano, copiou Fabiana. Nele estava detalhado um maquiavélico plano. A moça queria abrir a loja para logo depois processar a franqueadora, numa espécie de golpe para recuperar o dinheiro investido e ainda receber alguma indenização. “Sabia que tinha alguma coisa errada”, diz Fabiana. “Se tivesse respeitado minha intuição, teria economizado tempo.”

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Se no ambiente corporativo a intuição já ganha espaço, na medicina ela ainda é vista com ressalvas. Mas uma pesquisa conduzida pela Universidade de Oxford, publicada em setembro, começa a mudar essa escrita. Nela, 3.890 casos de atendimento pediátrico com crianças de 0 a 16 anos de idade foram esmiuçados e ficou evidente, pelo levantamento, que nas consultas em que os profissionais respeitaram a própria intuição, os tratamentos foram mais eficientes. “O treinamento deve deixar explícito que as suspeitas e os sentimentos inexplicáveis dos médicos são uma importante ferramenta de diagnóstico”, afirmava o texto do trabalho. A pediatra paulistana Cristiane Rios, 33 anos, sabe disso. Com dez anos de prática e seis de consultório, ela desenvolveu a habilidade de ler pacientes e seus pais aflitos logo que eles chegam para uma consulta. “Não é sexto sentido, é experiência que parece que se condensa na minha intuição”, diz ela, que chega a dispensar exames com base no seu instinto.

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Apesar de os estudos se voltarem mais para o âmbito profissional, é sabido que a vida pessoal é terreno fértil para a exploração do instinto. Os lampejos intuitivos da professora de dança paulistana Cibele Felix, de 33 anos, por exemplo, a acompanham desde a infância e, recentemente, têm se apresentado com mais clareza e objetividade em seus sonhos. Foi enquanto dormia que Cibele viu o fim de um relacionamento de mais de 15 anos. “Não tinha nada de errado acontecendo entre a gente, tudo parecia bem, mas vivia tendo sonhos sobre o fim do relacionamento”, diz. Neles, o companheiro abandonava Cibele para viajar. Ela acordava aflita, com o coração apertado e desconfiada. “Minha intuição não costuma falhar”, diz.
 
Segundo especialistas ouvidos por ISTOÉ, não é comum sonhos trazerem manifestações intuitivas tão completas e diretas quanto as de Cibele. Em casos de fim de namoro, por exemplo, a intuição, principalmente em sonho, costuma vir na forma de uma mensagem mais cifrada, sugerindo um desconforto genérico com um homem que não precisa necessariamente ser o companheiro. “Em alguns casos, porém, acontece de a mensagem vir completa sim”, diz Liliana Wahba, professora-doutora de psicologia na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e analista junguiana, escola de psicanálise que dá especial atenção aos sonhos. “O que ela viu enquanto dormia traduziu, de forma objetiva, o que ela já vinha percebendo inconscientemente, mas não conseguia articular”, afirma Liliana. Os 15 anos de convivência deram a Cibele uma sensibilidade maior às mudanças do companheiro, mesmo quando nem ela percebia, de forma consciente, que algo nele havia mudado. Cerca de duas semanas depois do sonho, o relacionamento de Cibele acabou e ela chegou a antever, em outro sonho, quem era a nova namorada de seu antigo amor. “Às vezes essas histórias até me assustam”, diz ela.

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Não deveriam. “A intuição não é mística, esotérica nem religiosa”, afirma a psicóloga Inês Cozzo. “Ela é simplesmente mais uma fonte de informação”, diz. Mas como não se assustar quando a intuição surge de forma cristalina, sugerindo mudanças que têm impacto tanto na vida profissional quanto na pessoal? Com a paulistana Elaine Ishibashi, 37 anos, foi assim. Profissional de marketing bem-sucedida, com passagens por grandes multinacionais, Elaine tinha tudo para seguir carreira. Qual não foi sua surpresa quando se viu impelida a largar tudo e abrir um negócio. “Passei anos reprimindo a intuição em nome da análise, dos relatórios de performance e das medições que o mundo corporativo exigia de mim”, diz Elaine. “Mas tomei coragem e resolvi dar ouvido à minha intuição.” A decisão teve impactos para além da vida profissional. Hoje Elaine vive com renda inferior à que tinha quando trabalhava com marketing e tem de conviver com os altos e baixos do empreendedorismo. “Mas estou mais feliz do que nunca”, diz ela, que espera ver seu negócio de impressão de fotos digitais deslanchar. Sua intuição diz que vai dar certo.

Fotos: Rogério Cassimiro; João Castellano/Ag. Istoé; Masao Goto Filho e João Castellano/Ag. IstoÉ - DIOGO MOREIRA/FRAME/AE; Fran Monks; Jeff Chiu/AP Photo; Jean-Paul Pelissier/Reuters

Esse texto é uma reprodução de uma matéria publicada no site da Revista Isto É
 
 
Acesso: 22/11/2012

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

TÉCNICA DE CURA HAVAIANA HO`OPONOPONO POR JOE VITALE



HO'OPONOPONO 
por Joe Vitale



Faz dois anos, escutei falar de um terapeuta no Hawaii que curou um pavilhão completo de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do presidiário e logo olhava dentro de si mesmo para ver como ele tinha criado a enfermidade dessa pessoa. Na medida em que ele melhorava, o paciente melhorava.

A primeira vez que ouvi falar desta história, pensei que era uma lenda urbana. Como podia curar o outro, curando somente a mim mesmo? Como podia, embora fosse um mestre de grande poder de auto cura, curar alguém criminalmente insano? Não tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei esta história.

 Entretanto, escutei-a novamente um ano depois. Ouvi que o terapeuta tinha usado um processo de cura havaiano chamado “hooponopono”. Nunca tinha ouvido falar disso, entretanto não podia tirá-lo de minha mente. Se a história era totalmente certa, eu tinha que saber mais. Meu entendimento era que “total responsabilidade” significava que eu sou responsável pelo que penso e faço. O que estiver mais alem, está fora de minhas mãos. Penso que a maior parte das pessoas pensa igual sobre a responsabilidade. Somos responsáveis pelo que fazemos, não do que os outros fazem – mas isso está errado.

Joe Vitele e Dr. Ihaleakala Hew Len


 O terapeuta havaiano, que curou essas pessoas mentalmente doentes, me ensinaria uma nova perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade. Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len. Passamos uma hora falando em nossa primeira conversação telefônica. Pedi-lhe que me contasse a história total de seu trabalho como terapeuta.

 Ele explicou que havia trabalhado no Hospital Estatal do Hawai durante quatro anos. O pavilhão onde encerravam os criminosos loucos era perigoso.

 Regra geral os psicólogos desistiam de trabalhar ali em um mês. A maior parte dos membros do pessoal caiam doentes ou simplesmente renunciavam. As pessoas que atravessavam esse pavilhão caminhava com suas costas contra a parede, temerosas de serem atacados por seus pacientes. Não era um lugar agradável para viver, trabalhar ou visitar.

O Dr. Len me disse que nunca viu os pacientes. Assinou um acordo de ter um escritório e revisar suas fichas. Enquanto olhava essas fichas, trabalharia em si mesmo. Enquanto trabalhava em si mesmo, os pacientes começaram a curar-se.

“Depois de alguns poucos meses, foi permitido aos pacientes que deviam estar encarcerados, caminhar livremente” disse-me. “Outros que tinham que estar fortemente medicados começaram a diminuir sua medicação. E aqueles que jamais teriam nenhuma possibilidade de ser liberados, tiveram alta”. Eu estava assombrado. “Não somente isso” continuou, “mas o pessoal começou a ir feliz para o trabalho.”

“A ausência e as mudanças de pessoal desapareceram. Terminamos com mais pessoas do que necessitávamos porque os pacientes eram liberados e todas as pessoas vinham trabalhar. Hoje este pavilhão está fechado.”

Aqui é onde eu tive que fazer a pergunta de milhões de dólares: “O que você esteve fazendo com você mesmo, que ocasionou a mudança dessas pessoas?”

“Eu simplesmente estava curando aquela parte minha que tinha criado aquilo neles”, disse ele. Eu não entendi. E o Dr. Len explicou que, entendia que a total responsabilidade de sua vida implica a tudo o que está em sua vida, simplesmente porque está em sua vida e, por isso, é de sua responsabilidade. Em um sentido literal, todo o mundo é sua criação.

Uau! Isto é duro de engolir. Ser responsável pelo que eu faço ou digo é uma coisa. Ser responsável por outro ou por qualquer outra coisa que faça ou diga na minha vida é muito diferente. Entretanto a verdade é esta: se assumir completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você vê, escuta, saboreia, toca ou experimenta de qualquer forma é sua responsabilidade, porque está em sua vida. Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia ou algo que experimenta e você não gosta, está ali para que cure. Isso não existe, por assim dizer, exceto como projeções que saem de seu interior. O problema não está com eles, está em você e para mudá-los, você deve mudar.

Sei que isto é difícil de captar, muito menos de aceitar ou de vivê-lo realmente. Atribuir ao outro a culpa é muito mais fácil do que assumir a total responsabilidade, mas enquanto falava com o Dr. Len comecei a compreender essa cura dele e que, o ho’oponopono significa amar a si mesmo.
 Se deseja melhor
ar sua vida, deve curar sua vida. Se deseja curar qualquer outro, ainda que seja um criminoso mentalmente doente, faça-o curando a si mesmo.

 Perguntei ao Dr. Len como curava a si mesmo. O que era que ele fazia exatamente, quando olhava as fichas desses pacientes.

 “Eu simplesmente permanecia dizendo “Sinto muito” e “Te amo”, muitas vezes” explicou ele.
 “Só isso?”

 “Só isso.”

“O resultado é que, amar a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo e enquanto você melhora a si mesmo, melhora seu mundo”.

Permita-me dar-lhe um rápido exemplo de como funciona isto: um dia, alguém me envia um e-mail que me desequilibra”. No passado leria trabalhando com meus aspectos emocionais raivosos ou tratando de raciocinar com a pessoa que enviou essa mensagem detestável. Desta vez eu decidi provar o método do Dr. Len. Coloquei-me a pronunciar silenciosamente “sinto muito” e “te amo”. Não dizia nada a ninguém em particular. Simplesmente estava invocando o espírito do amor, dentro, para curar o que estava criando a circunstância externa.

No término de uma hora recebi um email da mesma pessoa. Desculpava-se por sua mensagem prévia. Tenha em conta que eu não realizei nenhuma ação externa para obter essa desculpa. Eu nem sequer respondi sua mensagem. Entretanto, só dizendo “te amo”, de algum modo curei dentro de mim o que estava criando nele.

Mas tarde assisti a uma reunião de ho’oponopono dirigido pelo Dr. Len. Ele tem agora 70 anos de idade, é considerado um xamâ avô e é algo solitário.

Elogiou meu livro “O Fator Atrativo”. Disse-me que enquanto eu melhoro a mim mesmo, a vibração de meu livro aumentará e todos sentirão quando o lerem. Em resumo, à medida que eu melhoro, meus leitores melhorarão.

“E o que aconte-ceria com os livros que já vendi e saíram por mim?” Perguntei.

“Eles não saíram” explicou ele, uma vez mais, soprando minha mente com sua sabedoria mística. “Eles ainda estão dentro de você”. Em resumo, não há fora. Levaria um livro inteiro para explicar esta técnica avançada com a profundidade que ela merece.

“Basta dizer que toda hora que desejar melhorar algo em sua vida, existe somente um lugar onde procurar: dentro de você. Quando olhar, faça isto com amor”.
Ho'oponopono

Fonte: http://www.terraadouradabrasil.com.br/hooponopono.htm

 




sábado, 3 de novembro de 2012

EXPERIÊNCIAS CIENTÍFICAS TENTAM PROVAR A EXISTÊNCIA DA ALMA



O médico americano Stuart Hamerroff e o físico britânico Sir Roger Penrose afirmaram que podem provar cientificamente a existência da alma.

Em entrevista ao Daily Mail, eles explicam a teoria quântica da consciência, que revela que as almas estão contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais.

Segundo a publicação, a ideia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, com 100 bilhões de neurônios, que agem como redes de informação. A teoria foi levantada em 1996 e, desde então, os cientistas estudam a possibilidade.

Os dois alegam que as experiências da consciência são resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos.

Experiência

Em uma EQM (Experiência de Quase-Morte), os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída. É como se "a alma não morresse, voltasse ao universo".

Hameroff explicou a teoria em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel, nos Estados Unidos.

"Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o cientista.

Segundo ele, "se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente passa por uma EQM".

Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/ciencia/noticia/?id=100000547279
VÍDEO: Through the Wormhole (Através do Buraco de Minhoca).